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SUMMARY:Febre no Arquivo: Vídeos Activistas sobre a SIDA
DESCRIPTION:Descendentes directos de um rico e ecléctico legado do cin
 ema alternativo, os Vídeos Activistas sobre a SIDA constituem hoje uma
  das mais significativas expressões culturais da epidemia da SIDA. Est
 es trabalhos resultaram de uma necessidade de resposta à epidemia, bem
  como de uma reacção às abordagens governamentais e dos media às probl
 emáticas da SIDA. O vídeo, pelo seu baixo custo, acabou por constituir
  a forma mais eficaz de perpetuação de uma memória e, embora muitos de
 les criados como uma resposta imediata à crise, permanecem hoje de uma
  vitalidade extraordinária, conjugando uma sexualidade vibrante aos ob
 jectivos activistas.<br/>A presente série de vídeos integra o Royal St
 . Marks AIDS Activist Video Collection da New York Public Library, que
  inclui, no total, mais de duas mil horas de material gravado. Os Víde
 os Activistas sobre a SIDA têm como grande objectivo contar a história
  do vírus do ponto de vista daqueles por ele afectados, retratando a s
 ua luta, não só contra a doença, mas contra a estigmatização de que sã
 o vítimas, num retrato político e pessoal. Este género constituiu uma 
 alternativa às representações mainstream da SIDA que se regiam sob trê
 s vectores fundamentais: o gay branco acometido pelo vírus, a vítima i
 nocente (não gay) e o toxicodependente de cor. Para as comunidades afe
 ctadas pelo vírus, os Vídeos Activistas sobre a SIDA revelaram verdade
 iramente as complexidades clínicas, sociais, politicas e económicas da
  epidemia.<br/>De 1981, altura do reconhecimento clínico da síndroma, 
 até 1985, o ano da morte de Rock Hudson, a SIDA recebeu muito pouca at
 enção dos media, surgindo como uma doença associada aos gays e à sua s
 uposta promiscuidade sexual. Embora com uma expressão crescente desde 
 1984, foi só a partir de 1987, com a criação da associação activista A
 CT UP New York, que os Vídeos Activistas sobre a SIDA ganharam um novo
  fôlego. Entre 1988 e 1993 foi o período de explosão deste género, com
  vídeos a ser produzidos em Los Angeles, São Francisco, Chicago e outr
 as metrópoles americanas. Contudo, foi sempre de Nova Iorque que surgi
 u o maior número de obras, quer por ter sido o «epicentro» da epidemia
  e o núcleo mais fervilhante do activismo gay, quer porque entretanto 
 haviam sido aí criadas as condições e infra-estruturas necessárias par
 a os criadores destes vídeos. A partir de 1994 assistimos a um declíni
 o deste género, coincidente com o enfraquecimento do activismo gay ame
 ricano.<br/>Os oito vídeos desta série são um exemplo da diversidade d
 entro dos Vídeos Activistas sobre a SIDA. No entanto, une-os a mesma u
 rgência, compromisso e paixão.<br/>Reclaiming Desire: How to Have Sex 
 in an Epidemic \n\niCalendar descarregado em  www.portugalgay.pt/lxfil
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